Um tempo distante andava
Tristão solto ao mar
mirando o céu chorando
cadentes estrelas no ar
Acácias bebendo lavanda
aglutinando suor das costas
no ouvido coisas secretas
discretas pulso e sangue
ser Fausto sem Mephisto
Julieta sem Romeu
Florentino sem Fermina
Você sem o pronome Eu
Foi a confluência de dois rios
até a invasão
as veias se dilatam
pele, poro, fusão.
Azeite em pedra pome
Raspas de limão
palavras inocentes
sexo, profusão
Acontece hoje e sempre
nosso mundo talhado à carne
rente esfola se acomete
o que remete a nós dois
Fale segura, rompa a derme
suave final feliz
Se hoje sou o rei
Você: Imperatriz.
Tuesday, November 10, 2009
Friday, November 06, 2009
na onda
li o blog da Marcela e pensei, porque não?
então tá aí minha lista:
1) Conseguir me sustentar trabalhando só com cinema.
2) Fazer mestrado e doutorado em cinema.
3) Ver o Caio crescer, ensinar e mostrar a liberdade (e a falta dela tentando entupí-lo de arte... :) )
4) Resumir meu sentimendo ao mundo em um longa metragem.
5) Crescer e compartilhar a vida com a Natália até que o tempo tire as nossas forças e nos leve.
6) Morar um tempo na Argentina, depois na Europa.
7) Publicar pelo menos um livro.
8) Não perder o contato com os amigos.
9) Conseguir levar a Café Pingado ao cenário nacional e com ela produzir bons frutos em cinema.
10) Filmar um longa em locações internacionais.
11) Ser feliz, sempre.
então tá aí minha lista:
1) Conseguir me sustentar trabalhando só com cinema.
2) Fazer mestrado e doutorado em cinema.
3) Ver o Caio crescer, ensinar e mostrar a liberdade (e a falta dela tentando entupí-lo de arte... :) )
4) Resumir meu sentimendo ao mundo em um longa metragem.
5) Crescer e compartilhar a vida com a Natália até que o tempo tire as nossas forças e nos leve.
6) Morar um tempo na Argentina, depois na Europa.
7) Publicar pelo menos um livro.
8) Não perder o contato com os amigos.
9) Conseguir levar a Café Pingado ao cenário nacional e com ela produzir bons frutos em cinema.
10) Filmar um longa em locações internacionais.
11) Ser feliz, sempre.
Friday, October 30, 2009
passado
"A verdadeira imagem do passado perpassa, veloz. O passado só se deixa fixar como imagem que relampeja irreversivelmente, no momento em que é reconhecido."
( Walter Benjamin )
Estranho quando você começa a trabalhar um resultado artístico escrito num passado que ficou bem distante... não pelo tempo, que é até relativamente recente, mas pela distância emocional, pela morte do sentimento.
Ontem estava treinando os atores para o curta que escrevi, "Anarquia, amor, amor". Estava eu e o Daniel, que vai dirigir comigo, o Juninho, que fará a direção fotográfica e os dois atores responsáveis pela preparação do elenco além dos atores que interpretarão os personagens.
Estavam todos mergulhados na leitura do texto tentando achar a essência do personagem, que pra mim eram claros, afinal, fui eu quem escrevi.
Cada descoberta deles me dava uma alfinetada. Eu ficava calado. Eles iam desvendando.
O Juninho, pela parceria que temos em construir histórias juntos, falou:
"Bom, tenho que confessar, se foi o Erick que escreveu, possível ter um alto teor Psicanalítico, pensado, consciente e estudado. E se isso for verdade, eu tenho uma idéia de como são os personagens... na verdade isso é um jogo de adentrar no mundo fantástico do outro, afim de resgatar..."
E assim Juninho quebra, não só abre, escancara a caixa de pandora... e lá de dentro saem todos meus medos (= meu íntimo). O 'filho da mãe' buscou uma leitura tão próxima do que eu propunha, que cheguei a pensar que ele havia realmente entrado em minha mente.
Eu corri deste medo, por alguns meses. Eu decidi casar porque pensava ter superado todo o medo... mas a grande verdade é que eu não tinha certeza. O campo da criação artística sempre me revela exponencialmente.
Decidi encarar... assumi para a produção de elenco. É, é verdade, eu fiz isso, e mais. Eu desenhei aí algo real. Coloquei minha reação frente a um descontentamento emocional.
A guria virou e falou... 'agora sei como a história termina'!
Perguntei: Como?
Ela: Os dois não estão mais juntos, não é verdade?
Eu: Sim, é verdade. Mas não escrevi esse final aí.
Ela: Mas esses dois não nasceram pra se entender. E provavelmente ele já tenha superado isso tudo. Provavelmente ele já tenha achado um outro amor tão grande ou maior. Aposto que ele se sentia incompreendido.
E mais uma pessoa me desarmou.
Eu prontamente respondi. É, é verdade. Nenhuma história acaba. Ele ficou sozinho, se recuperou e está feliz. Mas ele sofreu, e só ele é capaz de entender, porque o sofrimento só dependia dele. É uma reação à que ele se permitiu. O que ele provocou por acreditar naquilo.
Talvez um dia escreva um roteiro com um conflito em felicidade... continuando esse. Onde eu conte como o personagem encontrou alguém que o permitisse sonhar. E que fez além, começou a tentar ler esse mundo, e o modo de atuar sob ele.
Você acertou duplamente, hoje ele é feliz. Muito.
"Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo."
( George Santayana )
Repetir, jamais.
Agora que estou vivendo.
( Walter Benjamin )
Estranho quando você começa a trabalhar um resultado artístico escrito num passado que ficou bem distante... não pelo tempo, que é até relativamente recente, mas pela distância emocional, pela morte do sentimento.
Ontem estava treinando os atores para o curta que escrevi, "Anarquia, amor, amor". Estava eu e o Daniel, que vai dirigir comigo, o Juninho, que fará a direção fotográfica e os dois atores responsáveis pela preparação do elenco além dos atores que interpretarão os personagens.
Estavam todos mergulhados na leitura do texto tentando achar a essência do personagem, que pra mim eram claros, afinal, fui eu quem escrevi.
Cada descoberta deles me dava uma alfinetada. Eu ficava calado. Eles iam desvendando.
O Juninho, pela parceria que temos em construir histórias juntos, falou:
"Bom, tenho que confessar, se foi o Erick que escreveu, possível ter um alto teor Psicanalítico, pensado, consciente e estudado. E se isso for verdade, eu tenho uma idéia de como são os personagens... na verdade isso é um jogo de adentrar no mundo fantástico do outro, afim de resgatar..."
E assim Juninho quebra, não só abre, escancara a caixa de pandora... e lá de dentro saem todos meus medos (= meu íntimo). O 'filho da mãe' buscou uma leitura tão próxima do que eu propunha, que cheguei a pensar que ele havia realmente entrado em minha mente.
Eu corri deste medo, por alguns meses. Eu decidi casar porque pensava ter superado todo o medo... mas a grande verdade é que eu não tinha certeza. O campo da criação artística sempre me revela exponencialmente.
Decidi encarar... assumi para a produção de elenco. É, é verdade, eu fiz isso, e mais. Eu desenhei aí algo real. Coloquei minha reação frente a um descontentamento emocional.
A guria virou e falou... 'agora sei como a história termina'!
Perguntei: Como?
Ela: Os dois não estão mais juntos, não é verdade?
Eu: Sim, é verdade. Mas não escrevi esse final aí.
Ela: Mas esses dois não nasceram pra se entender. E provavelmente ele já tenha superado isso tudo. Provavelmente ele já tenha achado um outro amor tão grande ou maior. Aposto que ele se sentia incompreendido.
E mais uma pessoa me desarmou.
Eu prontamente respondi. É, é verdade. Nenhuma história acaba. Ele ficou sozinho, se recuperou e está feliz. Mas ele sofreu, e só ele é capaz de entender, porque o sofrimento só dependia dele. É uma reação à que ele se permitiu. O que ele provocou por acreditar naquilo.
Talvez um dia escreva um roteiro com um conflito em felicidade... continuando esse. Onde eu conte como o personagem encontrou alguém que o permitisse sonhar. E que fez além, começou a tentar ler esse mundo, e o modo de atuar sob ele.
Você acertou duplamente, hoje ele é feliz. Muito.
"Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo."
( George Santayana )
Repetir, jamais.
Agora que estou vivendo.
Tuesday, October 20, 2009
Ovo
As vezes acho que deve ser difícil aceitar-me como eu sou.
Meus amigos, alguns deles, falam da distância que mantenho de todos.
Uma amiga até mesmo contou que uma conhecida em comum não fez amizade comigo por eu ser superficial...
Será que as pessoas se tocaram que eu, no fundo de toda essa distância, sei amar? Que meu amor é assim mesmo... que sou assim porque sou? Que isso não me faz gostar menos do que ninguém?
Será que é possível perceber que amo à minha maneira...?
Será que alguém consegue se sentir especial, ou gostar de saber que eu a amo?
Eu amo mesmo galera. E é muito. Eu só sou essa coisinha estranha mesmo. É que ninguém consegue ler meus diálogos internos...
Eu sou um personagem da Cecília Meireles fácil. Quando forem ler qualquer conto dela, pesquisem na leitura como ela fala com o silêncio. Como ela adentra o psicológico de cada personagem através das vozes internas.
Eu sou assim, um falante voraz com discursos internos de si. Problemas de auto-afirmação? Quem sabe...
Só sei que sou assim. E peço desculpas a quem precisar.
Meus amigos, alguns deles, falam da distância que mantenho de todos.
Uma amiga até mesmo contou que uma conhecida em comum não fez amizade comigo por eu ser superficial...
Será que as pessoas se tocaram que eu, no fundo de toda essa distância, sei amar? Que meu amor é assim mesmo... que sou assim porque sou? Que isso não me faz gostar menos do que ninguém?
Será que é possível perceber que amo à minha maneira...?
Será que alguém consegue se sentir especial, ou gostar de saber que eu a amo?
Eu amo mesmo galera. E é muito. Eu só sou essa coisinha estranha mesmo. É que ninguém consegue ler meus diálogos internos...
Eu sou um personagem da Cecília Meireles fácil. Quando forem ler qualquer conto dela, pesquisem na leitura como ela fala com o silêncio. Como ela adentra o psicológico de cada personagem através das vozes internas.
Eu sou assim, um falante voraz com discursos internos de si. Problemas de auto-afirmação? Quem sabe...
Só sei que sou assim. E peço desculpas a quem precisar.
Tuesday, October 13, 2009
para que não se esqueça. para que nunca mais aconteça
O que você leu hoje?
Depois de toda tempestade vêm os raios de sol. Os meus, criatividade e disposição.
A pergunta inicial parece não contextualizar com a frase que logo a segue, mas faz sentido sim.
Há tempos venho querendo estudar mais a fundo a ditadura latino-americana e mais especificamente, a ditadura brasileira.
O meu objetivo inicial era fazer disso um projeto de cinema. Relacionar literatura, historiografia, semiótica e cinema.
Reanimado a tocar o projeto, estou lançando hoje três iniciativas, explicadas uma a uma abaixo:
A valsa do suplício:
A valsa do suplício é uma história ficcional, um work in progress publicado quinzenalmente. Baseada em fatos reais, conta a trajetória de um artista decadente - João - que enfrenta, no auge da sua juventude, a repressão militar brasileira. Ao mesmo tempo em que lamentáveis episódios de torturas assolam o mundo do rapaz, este começa a ganhar prestígio que nunca tivera ao decidir usufruir da arte da resistência, ousando falar mais alto que o regime vigente, em prol de uma liberdade comum. João relata seus dias vivendo o inferno político-social e o paraíso artístico.
O objetivo deste trabalho é recontar, em forma de romance literário, a história do regime militar brasileiro. Tentando trazer ao público, o conhecimento desse importante e triste episódio da nossa história.
Siga em: www.valsadosuplicio.blogspot.com
Cinema da resistência
A cada quinzena será postado no blog www.cinemaesquema.blogspot.com críticas de filmes que trabalham o tema da ditadura latino-americana. Darei preferências iniciais a filmes Brasileiros, Argentinos e Chilenos. Começando no dia 19/10/2009
Literatura da resistência
Mensalmente publicarei comentários de alguma literatura que trate o tema da ditadura. Podendo ser livro de história ou ficcional, até mesmo matéria de revistas. Visualizar publicações no site: www.leituraresistencia.blogspot.com
Aos meus poucos e assíduos seguidores (claro, amigos fazem de tudo) peço que, se gostarem, divulguem, por favor. E espero que possam acompanhar esses três blogs e me dar uma ajudinha com seus preciosos comentários! Agradeço desde já!
Depois de toda tempestade vêm os raios de sol. Os meus, criatividade e disposição.
A pergunta inicial parece não contextualizar com a frase que logo a segue, mas faz sentido sim.
Há tempos venho querendo estudar mais a fundo a ditadura latino-americana e mais especificamente, a ditadura brasileira.
O meu objetivo inicial era fazer disso um projeto de cinema. Relacionar literatura, historiografia, semiótica e cinema.
Reanimado a tocar o projeto, estou lançando hoje três iniciativas, explicadas uma a uma abaixo:
A valsa do suplício:
A valsa do suplício é uma história ficcional, um work in progress publicado quinzenalmente. Baseada em fatos reais, conta a trajetória de um artista decadente - João - que enfrenta, no auge da sua juventude, a repressão militar brasileira. Ao mesmo tempo em que lamentáveis episódios de torturas assolam o mundo do rapaz, este começa a ganhar prestígio que nunca tivera ao decidir usufruir da arte da resistência, ousando falar mais alto que o regime vigente, em prol de uma liberdade comum. João relata seus dias vivendo o inferno político-social e o paraíso artístico.
O objetivo deste trabalho é recontar, em forma de romance literário, a história do regime militar brasileiro. Tentando trazer ao público, o conhecimento desse importante e triste episódio da nossa história.
Siga em: www.valsadosuplicio.blogspot.com
Cinema da resistência
A cada quinzena será postado no blog www.cinemaesquema.blogspot.com críticas de filmes que trabalham o tema da ditadura latino-americana. Darei preferências iniciais a filmes Brasileiros, Argentinos e Chilenos. Começando no dia 19/10/2009
Literatura da resistência
Mensalmente publicarei comentários de alguma literatura que trate o tema da ditadura. Podendo ser livro de história ou ficcional, até mesmo matéria de revistas. Visualizar publicações no site: www.leituraresistencia.blogspot.com
Aos meus poucos e assíduos seguidores (claro, amigos fazem de tudo) peço que, se gostarem, divulguem, por favor. E espero que possam acompanhar esses três blogs e me dar uma ajudinha com seus preciosos comentários! Agradeço desde já!
Saturday, October 10, 2009
bandolins
casinha/ interna/ noite
É sob a luz da vela que ela baila sozinha. Baila e canta macio os sonhos que ainda vão chegar. Não! Ela não é sozinha. E por sinal, está muito bem acompanhada. Mas a sua solidão sabe reproduzir sonatas. Solidão alegre, de quem sabe que não é só.
Os pés descalços, o sorriso no rosto e a mente nas estrelas. Dentro dela só existe amor, que salta os olhos. Ele, que a assiste numa tela de cinema, sabe que a mocinha tem defeitos, mas isso nem importa.
Aos poucos, outros pés descalços aparecem, na canela vê-se uma calça branca.
Dono do pé descalço
Vamos dormir?
Ela
Creo que es un poco pronto, no?
Dono do pé descalço
Vale! Bailo con tu entonces.
Mais tarde ela sobe para o quarto. Agradece a solidão acompanhada. Ela sabe que nunca estará só. Ela sorri. Porque agora ela entende tudo. Ela aceita e interage.
Ele que está indo dormir, já entende a tempos e talvez até mesmo a tenha ensinado.
Ela te vê bailar. Ela é linda! Os dois dormem, ela abre as asas e voa pra casa.
Para mim, uma tela de cinema!
É sob a luz da vela que ela baila sozinha. Baila e canta macio os sonhos que ainda vão chegar. Não! Ela não é sozinha. E por sinal, está muito bem acompanhada. Mas a sua solidão sabe reproduzir sonatas. Solidão alegre, de quem sabe que não é só.
Os pés descalços, o sorriso no rosto e a mente nas estrelas. Dentro dela só existe amor, que salta os olhos. Ele, que a assiste numa tela de cinema, sabe que a mocinha tem defeitos, mas isso nem importa.
Aos poucos, outros pés descalços aparecem, na canela vê-se uma calça branca.
Dono do pé descalço
Vamos dormir?
Ela
Creo que es un poco pronto, no?
Dono do pé descalço
Vale! Bailo con tu entonces.
Mais tarde ela sobe para o quarto. Agradece a solidão acompanhada. Ela sabe que nunca estará só. Ela sorri. Porque agora ela entende tudo. Ela aceita e interage.
Ele que está indo dormir, já entende a tempos e talvez até mesmo a tenha ensinado.
Ela te vê bailar. Ela é linda! Os dois dormem, ela abre as asas e voa pra casa.
Para mim, uma tela de cinema!
no trabalho
mesmo que não seja a profissão dos meus sonhos.
mesmo que o salário não seja o que espero.
eu gosto.
a maior dádiva de um ser humano,
a Carmen Idiomas me proporcionou:
amigos de verdade.
E assim a corrente foi se fazendo.
e desses amigos fui conhecendo outros.
sou um cara de sorte, sou mesmo.
mesmo que o salário não seja o que espero.
eu gosto.
a maior dádiva de um ser humano,
a Carmen Idiomas me proporcionou:
amigos de verdade.
E assim a corrente foi se fazendo.
e desses amigos fui conhecendo outros.
sou um cara de sorte, sou mesmo.
Tuesday, September 29, 2009
ansiedade
my life sucks...
então tudo que começa no dia vai ser o mesmo.
sabe culpa de que?
da ansiedade.
e sabe o que falta?
planejamento.
eu sei onde quero chegar, falta planejar o como chegar.
e ter paciência. e principalmente PERSISTÊNCIA.
ontem estava assistindo uma animação em Stop Motion.
Para quem não sabe, Stop Motion é uma animação feita através de sucessivas fotografias, dando a impressão de movimento.
Nesse trabalho comecei a pensar sobre persistência, paciência e ansiedade.
Incluso a história do personagem do filme, me fez pensar na vida diária...
Vocês vão entender melhor assistindo.
http://www.youtube.com/watch?v=uuGaqLT-gO4
então tudo que começa no dia vai ser o mesmo.
sabe culpa de que?
da ansiedade.
e sabe o que falta?
planejamento.
eu sei onde quero chegar, falta planejar o como chegar.
e ter paciência. e principalmente PERSISTÊNCIA.
ontem estava assistindo uma animação em Stop Motion.
Para quem não sabe, Stop Motion é uma animação feita através de sucessivas fotografias, dando a impressão de movimento.
Nesse trabalho comecei a pensar sobre persistência, paciência e ansiedade.
Incluso a história do personagem do filme, me fez pensar na vida diária...
Vocês vão entender melhor assistindo.
http://www.youtube.com/watch?v=uuGaqLT-gO4
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